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Estado libera R$ 25 milhões para Hospital da Criança de Maringá

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O Governo do Estado liberou ontem mais R$ 25 milhões para a continuidade das obras do Hospital da Criança de Maringá. A unidade terá 160 leitos, sendo 20 de UTI, com cobertura e atendimento de 21 especialidades médicas pediátricas, como oncologia, ortopedia, cardiologia, gastroenterologia, endocrinologia.
O repasse dos recursos foi formalizado pelo secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, em solenidade na prefeitura de Maringá, com a participação do prefeito Ulisses Maia (PDT), prefeitos da região, comunidade e autoridades.
Beto Preto, que representou o governador Ratinho Junior (PSD), destacou que essa foi a terceira parcela de recursos disponibilizada para a construção do hospital. Ele afirmou que houve um esforço para conseguir os recursos para que a obra não fosse paralisada. 
“A determinação do governador Ratinho Junior foi para que fizéssemos economia diária para garantir os recursos. A obra não ficou esquecida. A população da região necessita desse tipo de atendimento”, afirmou o secretário. A previsão total de investimentos é de R$ 153 milhões. O governo estadual já aportou mais de R$ 74 milhões na obra e agora contempla a terceira parcela.
Com 23 mil metros quadrados, o Hospital da Criança vai ofertar serviços de alta complexidade pediátrica para a macrorregião Noroeste do Estado, abrangendo 115 municípios.
“Depois de pronto, o hospital vai contar com uma equipe preparada e de alto nível”, disse Beto Preto. Reuniões serão feitas com o Ministério da Saúde e com os municípios da região para definir o custeio do hospital. 
Ulisses Maia, prefeito de Maringá, destacou que a região Noroeste não conta hoje com atendimento oncológico para as crianças. “Hoje, as crianças precisam ser levadas a Curitiba. Com a nova unidade as famílias da região terão mais conforto”, disse Maia. “Faltavam R$50 milhões para concretizar a obra e o governo atual conseguiu viabilizar”.
O secretário Beto Preto enfatizou que o Governo do Estado trabalha para regionalizar a saúde e diminuir distâncias, para que as famílias não precisem mais se deslocar longas distâncias para serem atendidas. “As pessoas devem ser atendidas perto de casa”, afirmou.