Política

Câmara faz sessão curta por causa da pandemia

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Com apenas três matérias na ordem do dia para votação e poucos discursos, a Câmara de Apucarana realizou ontem à tarde a sua sessão ordinária. Vereadores seguiram recomendação do próprio presidente do Legislativo, Franciley Preto Godói Poim (PSD), que pediu aos companheiros que economizassem em suas falas, a fim de que a sessão fosse curta e todos ficassem menos tempo juntos em plenário. Isto em função da pandemia do coronavírus que ronda a Casa de Leis e também já é alarmante em toda a cidade, na região, no Paraná e no País.
Três vereadores não compareceram ao plenário: Mauro Bertoli (DEM) e Moisés Tavares (Cidadania), que se recuperam dos sintomas positivos de Covid, e Tiago Cordeiro de Lima (MDB), que faz tratamento de gotas (ácido úrico). Recentemente, além de Bertoli e Tavares, mais um servidor do Legislativo testou positivo para Covid e encontra-se em isolamento social.
Desde início da pandemia, em março do ano passado, a Câmara de Apucarana já registrou dez servidores e três vereadores que testaram positivo para Covid. Um dos vereadores – Pastor Valdir Silvério dos Reis (PSL) – acabou morrendo no início deste ano.
Na sessão de ontem a Câmara aprovou projeto de lei de autoria dos vereadores Tiago Cordeiro de Lima e Moisés Tavares, que proíbe qualquer tipo de queimada no município que cause prejuízo ao meio ambiente e ao próprio ser humano. Também foi aprovado projeto de decreto legislativo, da Comissão de Justiça, Legislação e Redação, que referenda convênio firmado entre o Município de Apucarana e a Secretaria de Estado da Segurança Pública visando a cessão de servidores para o Instituto de Criminalística da Polícia Científica do Paraná, unidade de Apucarana.
O projeto de resolução de autoria da Mesa Executiva da Câmara, que altera alguns artigos do Regimento Interno, mais uma vez foi retirado de pauta por pedido de vista do vereador Moisés Tavares, que participou da sessão de forma remota.