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Em duas semanas, ensino presencial chega a 38 escolas

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Trinta e oito escolas estaduais retornaram com aulas presenciais no modelo híbrido até esta quarta-feira (2), no Núcleo Regional de Educação (NRE) de Apucarana. O número representa 62% de um total de 61 instituições de ensino do núcleo. Os colégios que não reabriram permanecem fechados por força decreto municipal ou não atenderam os critérios estabelecidos pela Secretaria Estadual de Saúde e de Educação. O retorno, segundo o NRE ocorre de forma gradativa, seguindo todas as recomendações para garantir a segurança de alunos, professores e demais profissionais.
Em Apucarana, 14 (77%) das 18 escolas receberam alunos nas duas primeiras semanas de retorno. Continuam fechados o Colégio Estadual do Campo Professora Godomá Bevilacqua de Oliveira, Colégio Agrícola Estadual Manoel Ribas, Colégio Estadual São Bartolomeu e o Colégio Estadual José de Anchieta. O Colégio Estadual Professor Luiz Cerávolo de Oliveira funciona parcialmente, com a modalidade presencial somente nos cursos profissionalizantes.
Além de Apucarana, as aulas presenciais voltaram nos municípios de Arapongas, Bom Sucesso, Califórnia, Cambira, Jandaia do Sul, Marilândia do Sul e Marumbi. Conforme o NRE, em Kaloré e Faxinal os colégios estaduais continuam fechados por força de decretos municipais. Nos demais municípios, as escolas não abriram porque não atenderam os critérios exigidos para o retorno que incluem termo de autorização assinado pelo responsável legal; alunos em situação de vulnerabilidade e sem acesso a equipamentos digitais e análise de colégios com maior número de professores fora do grupo de risco, dentre outros quesitos.
A chefe do NRE de Apucarana Cristiane Pablos Rossetti, visitou algumas instituições de ensino e informou que as turmas com aulas presenciais possuem até 10 alunos, dependendo do tamanho da sala de aula, respeitando distância de 1,5 metros. “Queremos que os pais possam visitar as escolas para conferir como estão preparadas para receber os alunos, pois a palavra final é a dos pais”, assinala a chefe do NRE.
Cristiane também destaca um levantamento realizado pelo núcleo sobre a faixa etária de professores já imunizados contra a Covid-19. “A vacina faz os professores se sentirem mais seguros para voltarem para as salas de aula”, enfatiza.