Pele rejuvenescida com ultrassom microfocado

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Pele rejuvenescida com ultrassom microfocado

O verão está aí e, para quem busca uma pele linda e rejuvenescida, uma opção eficaz e segura é o ultrassom microfocado. O tratamento foi desenvolvido com o intuito de proporcionar efeito de lifting facial de forma não-invasiva e não-cirúrgica. Essa tecnologia utiliza o calor para promover a melhora da flacidez.

De acordo com a dermatologista Nathalia Augusta Grigoli Zardo, do Instituto Dermatológico Bell Pele, de Apucarana, as ondas do ultrassom conseguem atingir e aquecer as camadas mais profundas da pele, nas quais a contração do colágeno começa a ocorrer. Este aumento da temperatura produz pequenos pontos de coagulação térmica a uma profundidade de até 5mm nas camadas mais profundas da pele, sem danificar as camadas mais superficiais.

Além da coagulação tecidual, a médica explica que a aplicação do calor promove a desnaturação das fibras colágenas no tecido gorduroso abaixo da pele, localizadas próximas aos músculos da mímica facial, assim como na porção mais profunda da derme. Este processo leva à contração dessas fibras e estimula a formação de colágeno novo no local. Isso provoca uma contração muscular que causa efeito de lifting facial imediato após o tratamento e se prolonga por meses, tendo seu pico em torno do quarto ou quinto mês, período no qual a produção de colágeno se encontra em estágio máximo, resultando em melhora importante da flacidez. 


Indicações
Sua principal indicação, segundo Nathalia Zardo, é a flacidez de leve a moderada, tanto facial quanto corporal em indivíduos (homens ou mulheres) que não estejam preparados para realizar lifting cirúrgico. Recomenda-se somente uma sessão anual, porém, em casos de flacidez mais acentuada, o procedimento pode ser feito com intervalo menor, de seis em seis meses. “Pode ser feito na face, pescoço, olhos e também barriga, interno de coxa, glúteos, abdome e joelhos, com resultado bastante satisfatório”, completa a dermatologista.